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Sound Bullet entra na reta final para primeiro álbum

O indie-rock dançante da Sound Bullet vai ganhar peso. E, dessa forma, o primeiro álbum completo da banda carioca vai se formando. ‘Como todo processo independente, há uns atrasos. Mas a previsão é lançar em maio’, avisa Pedro Mesquita, baterista do grupo.

 

A história da Sound Bullet começou com Guilherme Gonzalez, vocalista, guitarrista e letrista da banda. Fred Mattos, baixo, Henrique Wuensch, guitarra, e o próprio Pedro Mesquita completam a atual formação.

Entre shows e festivais, o grupo já deixou registrado o single When It Goes Wrong, de 2009, e o EP Ninguém Está Sozinho, lançado em dezembro de 2013. A Sound Bullet ainda passou por uma mudança em sua formação, em 2015, com a entrada de Henrique na guitarra, na vaga que era de Everton Apecuitá.

Agora, enquanto trabalham para o lançamento do álbum, a Sound Bullet vai dar algumas pistas do novo som. ‘Nas redes sociais já vai começar a sair bastante coisa’, diz Pedro. Será uma oportunidade para a banda avaliar o impacto das mudanças de estilo que estarão no primeiro disco.

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‘A gente quis agradar tanto os fãs que começaram a ouvir a gente a partir do EP, quanto tentar cativar uma galera nova’, explica o baterista, que leva em consideração também a mudança de guitarrista. ‘Com a mudança de formação, novas influências entraram na banda. Então pegamos a base dançante, mas vai ter mais peso’, avisa.

 

Pedro Mesquita mostra entusiasmo. ‘Esse ano vai ter muita coisa boa. Queremos ir para muitos lugares que ainda não fomos, expandir e alcançar um novo patamar. Está demorando, mas é porque está sendo feito tudo com muito carinho e muito amor’, diz.

 

E a Sound Bullet quer muitos shows. ‘Estamos tentando principalmente sair do Rio. Queremos fazer uma turnê para o sul, centro-oeste, nordeste. Queremos ir em São Paulo e precisamos voltar para ontem. Queremos antes até de lançar o novo disco’, avisa Pedro.

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Trabalho e Petrópolis
Depois do lançamento de Ninguém Está Sozinho, a Sound Bullet manteve uma agenda de muito trabalho. Além de shows em São Paulo, Minas e interior do Rio de Janeiro, o grupo também tocou no icônico Circo Voador, na capital fluminense, e ainda abriu para Andy Summers (The Police), em Niterói.

 

‘Foi muito louco’, recorda Pedro, sobre o show com o guitarrista do Police. ‘Meu pai mora em Niteroi. Saiu no jornal sobre um concurso para ver quem abriria o show, e nós ganhamos. Foi tudo em um fim de semana só. Puta palco, estrutura excelente e ver o cara ali tocando clássicos. No dia a produtora disse que o cara estava bravo e não era para falar com ele. Foi só ver ele passando’, diverte-se o baterista.

 

A Sound Bullet também investiu em uma série de vídeos – Up In The Mountain City, gravados em Petrópolis. ‘Queríamos fazer algo diferente para encerraro ciclo do EP’, relembra Pedro. E escolhemos Petrópolis porque criamos uma relação mágica lá. Começamos tocando no festival Solstício, a galera curtiu nossa banda e fizemos muitos amigos e fãs’, diz.

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